"É fato muito comum as pessoas comentarem sobre qualquer fenômeno como se ele fosse um evento isolado, fechado sobre si mesmo. Geralmente ignoram que a vida é uma complexidade de causas e conseqüências."
percurso vida
"Para vencer o medo que temos, necessitamos dos
conhecimentos que ainda não temos. Para conhecer mais, formulamos hipóteses que reforçam nosso medo e nossa curiosidade; insistindo no processo, vamos criando novos medos e preconceitos ou chegamos ao prazer do conhecimento."
percursovida@hotmail.com
"No simples ato de ouvir podemos ajudar e transmitir paz a alguém, por isso fazer o bem pode ser mais fácil do que imaginamos, uma conversa, atenção, uma demonstração de amizade verdadeira, de valorização e apoio, pode ajudar muito alguém que esteja passando por dificuldades. É só pensar nisso e praticar dentro do possível."
conhecimentos que ainda não temos. Para conhecer mais, formulamos hipóteses que reforçam nosso medo e nossa curiosidade; insistindo no processo, vamos criando novos medos e preconceitos ou chegamos ao prazer do conhecimento."
percursovida@hotmail.com
"No simples ato de ouvir podemos ajudar e transmitir paz a alguém, por isso fazer o bem pode ser mais fácil do que imaginamos, uma conversa, atenção, uma demonstração de amizade verdadeira, de valorização e apoio, pode ajudar muito alguém que esteja passando por dificuldades. É só pensar nisso e praticar dentro do possível."
Falo pelas minhas palavras e com o meu coração. Não sou nenhum profissional da
área médica, sou um “experiente” dependente químico.
Reaja e não permita que o futuro – que ainda não existe – prejudique o agora – que existe.
Comece o bom futuro agora.
Analise a si mesmo e as circunstâncias, e solte do peito uma emoção de esperança e de fé no seu progredir.
O futuro é você quem faz.
Quanto mais você pressente ser bom o futuro, melhor fica o agora.
A vitória está reservada aos otimistas.
O pessimismo é contrário à lei de Deus. Deus é o otimismo e o lado positivo do Universo.
O que Deus faz aspira ao melhor. Ele fez o mundo e o mantém usando leis ativas, positivas, otimistas.
Deus é otimista também com relação a nós. Ele quer dar a você somente coisas boas. Tudo depende de você ser otimista. E de desejar boas coisas para os outros.
Entre nesse "agir" divino.
Ser otimista é mostrar confiança em Deus.
Compreenda e será feliz.
Compreendendo, melhor será para você entrosar-se, amar e progredir em paz.
Entenda os outros, o que querem, o que são e descobrirá coisas maravilhosas. Escute, faça sorrir e dê esperança. Tudo o que você faz aos outros a si faz, por força de ser divina a filiação de todos.
Se ajuda, ajudado será; se prejudica, sofrerá por isso.
Ama mais quem procura entender, pois tem olhos e ouvidos
amplificados.
A compreensão dada aos outros é felicidade dada a si mesmo.
O que passou, passou.
Não fique se lastimando.
Se errou, não permaneça recordando o erro e se martirizando.
Prometa a Deus não cometer a mesma falta.
A vida caminha para a frente.
O que passou, passou.
Levante o pensamento e entre no trabalho com alegria e ânimo.
O trabalho bem executado faz esquecer o passado faltoso.
E cumpra o que prometer a Deus.
Deus fez o movimento da vida voltado para o futuro para que pudéssemos recomeçar sempre.
Não se deixe contaminar.
Preserve o seu ambiente.
Mesmo que tudo ao seu redor demonstre baixeza moral,
intranquilidade e artificialismo, seja autêntico.
Não se deixe contaminar.
Anote onde pode ajudar.
Mantenha o silêncio, se for o conveniente.
Plante a boa semente da palavra confortadora e amiga.
Os que ali se manifestam precisam de auxílio, de direção, de amor.
Equilibrar-se em ambientes adversos significa firmeza de caráter.
Aquiete o coração.
O coração inquieto grita por alívio.
Quer desvencilhar-se de amarras.
Quer se soltar, para mostrar como é bom, e dizer ao mundo
que deseja a felicidade, a paz, as graças do Poder Supremo.
O coração quer Deus, progresso, bem-estar e amor.
Não trate mal o coração, nem o despreze.
Dê atenção ao que ele quer, às suas vibrações e finalidades.
Defenda-o dos conceitos infelizes.
Ponha nele só o que é elevado e construtivo.
Coração bem cuidado, felicidade à vista.
Se o seu coração está bem, tudo o mais você está bem.
O seu abraço é especial para a outra pessoa e para você. Conceda-o com alegria.
O abraço, como o sorriso, transmite força, esperança, paz. Ele quebra o frio do coração, a tristeza
oculta da alma, os desalentos.
Leva tranqüilidade a quem está afoito, força
para quem está débil, afago para o carente.
No abraço você se estende, comunica-se, abre-se,
vibra e faz grande bem, até sem perceber.
Se não puder abraçar, transmita um bom
pensamento para quem está a sua frente.
Quem abraça com fé boa pessoa é.
Você é chamado, despertado, empurrado,
criticado, corrigido, reprimido, imprensado.
A vida exige sua presença, sua correção e atenção.
E você cambaleia, desculpa, contorna, retorna, explica, se põe de pé e segue avante.
Para você vencer, arrime-se no rumo e na
filosofia do amor, que tudo supera. Lute e seja paciente. A vitória está vindo. Uma intensa luta alicerça em você a alegria
de sentir-se firme e forte.
Segure-se no pensamento que salva.
Você já viu cenas de filmes em que o personagem
é salvo por um galho de árvore no precipício?
Mesmo que você esteja caindo num abismo de complicações
nunca antes experimentadas, como nas fortes emoções,
desconfianças, ou nas que não se possa saber o certo
e o errado, mantenha-se agarrado ao galho do
pensamento positivo.
O pensamento de esperança na solução anula
as influências negativas, os medos de cair.
O pensamento positivo é o galho da salvação...
Mudança e crescimento
"Quando alguém nos aponta um defeito de caráter, a nossa primeira reação poderá ser defensiva. (...) Sempre haverá espaço para o crescimento."
"Quando alguém nos aponta um defeito de caráter, a nossa primeira reação poderá ser defensiva. (...) Sempre haverá espaço para o crescimento."
Recuperação é um processo que muda nossas vidas. Precisamos mudar se queremos continuar nosso crescimento em direção à liberdade. É importante que tenhamos a mente aberta quando apontam nossos defeitos, porque estão nos dando a oportunidade de mudar e crescer. Reagir defensivamente limita nossa capacidade de receber a ajuda que estão nos oferecendo. Renunciando a nossas defesas, podemos abrir a porta para mudança, crescimento e uma nova liberdade.
Eu irei saudar cada oportunidade de crescimento com a mente aberta.
Cada dia no processo de recuperação traz a oportunidade para maiores mudanças e crescimento. Quanto mais aprendemos a saudar a mudança com o coração e a mente abertos, mais iremos crescer e mais confortáveis se tornará nossa recuperação.
Dependência é uma doença crônica, com busca e consumo compulsivo de drogas.
Dependência de bebidas alcoólicas - CID f.10.2
Dependência da maconha - CID f.12.2
Dependência da cocaína e ou crak - CID f.14.2
Dependência da nicotina - CID f.17.2
A Dependência Química é um dos transtornos mentais mais comuns, acometendo as mais diversas faixas etárias, porém, mais comumente iniciado na adolescência e juventude. Consumir drogas é uma prática milenar e universal e não há sociedade que não conheça algum tipo de droga com as mais diversas finalidades.
A adolescência é uma etapa do desenvolvimento que suscita grandes preocupações quanto ao consumo de drogas, principalmente por conta da vulnerabilidade à todo tipo de influência e frustrações. As causas da dependência aparentemente são múltiplas, desde genéticas, culturais, até vivenciais, o tratamento é dificílimo e o prejuízo na vida pessoal do dependente é incalculável.
Dependência da maconha - CID f.12.2
Dependência da cocaína e ou crak - CID f.14.2
Dependência da nicotina - CID f.17.2
A Dependência Química é um dos transtornos mentais mais comuns, acometendo as mais diversas faixas etárias, porém, mais comumente iniciado na adolescência e juventude. Consumir drogas é uma prática milenar e universal e não há sociedade que não conheça algum tipo de droga com as mais diversas finalidades.
A adolescência é uma etapa do desenvolvimento que suscita grandes preocupações quanto ao consumo de drogas, principalmente por conta da vulnerabilidade à todo tipo de influência e frustrações. As causas da dependência aparentemente são múltiplas, desde genéticas, culturais, até vivenciais, o tratamento é dificílimo e o prejuízo na vida pessoal do dependente é incalculável.
INDENTIFICANDO UM DEPENDENTE.
Um dos grandes problemas deste século é a
dependência química. Quando falamos em dependência química falamos do abuso de
substâncias psicoativas, isto é, toda droga que altera o humor e o comportamento
do indivíduo.
Parece que quase toda cultura permite, tolera e considera o uso de drogas. Mas o que são drogas? Do ponto de vista psicológico, drogas são agentes modificadores do comportamento, também um hábito e atitude social tolerados em muitas circunstâncias. Existe uma diferença, contudo, entre uso da droga como lazer e o abuso dela. Abuso e dependência passam a ser um obstáculo sério ao ajustamento social, um problema no ambiente de trabalho, um agente destruidor na família e nas relações sem mencionar os danos causados à saúde.
“A dependência química – que cresce de modo assustador – é responsável por problemas sociais sérios: desemprego, acidentes de trabalho, prostituição, hospitais e prisões superpopulosas e violência na família”.
A Dependência Química se classifica como um estado mental e, muitas vezes físico que resulta da interação entre um organismo vivo e uma droga psicoativa. A dependência sempre inclui uma compulsão de usar a droga para experimentar seu efeito psíquico ou evitar o desconforto provocado por sua ausência.
Neste contexto devemos observar que existem duas dependências: física e psíquica. A dependência física é um estado de adaptação do corpo manifestado por transtornos físicos quando o uso da substancia é interrompido, um dos indicativos de estar ocorrendo uma dependência física é a manifestação de síndrome de abstinência que surge com a suspensão da substancia no organismo.
A dependência psíquica é constituída pela compulsão ao uso da droga, buscando o individuo a obtenção do prazer ou a diminuição de algum desconforto. Geralmente quando o individuo não obtém a droga experimenta ansiedade, irritação, insônia e um desconforto geral.
Quando a dependência se estabelece é comum perceber os seguintes sintomas:
• Tolerância à droga – doses maiores para se obter o mesmo efeito inicial;
• Redução dos interesses do individuo por questões não relacionadas à droga, passando o sujeito a dedicar todo seu tempo e energia para localizar, adquirir e consumir a droga;
• Diminuição da auto-estima - ocorre associada à redução de interesses, a deterioração dos cuidados consigo mesmo (a isso inclui necessidades básicas como higiene, alimentação, sono), perda de vínculos sociais (que não estão relacionados à droga) e envolvimento em atividades criminosas para obter a droga (pequenos furtos, inclusive);
• Dificuldades em administrar sua vida financeira;
• Perda do auto-respeito;
• Sentimentos de vazio;
• Hostilidade e agressividade excessiva com familiares;
• Apatia;
• Isolamento;
• Falta de motivação para trabalho, atividades como esportes, estudo e etc;
• Grau de insatisfação muito grande e um espírito crítico acentuado;
• Depressão;
• Vida sexual promíscua – fator importante para a contaminação com DST;
É importante ressaltar que a relação que o individuo tem com a substancia é de suma importância, a aparição de alguns destes sintomas não classifica per si um dependente químico. Em todos os casos é sempre indicado à procura de profissionais qualificados para a avaliação e tratamento dos mesmos. A dependência química é uma doença multifacetada e para isso necessita de equipe multidisciplinar como médicos, psicólogos, assistentes sociais e etc para uma melhor condução e tratamento.
Você terá todo tempo necessário para se decidir.
A maioria dos adictos experimentam sentimentos muito semelhantes. E é focalizando nossas
semelhanças, e não nossas diferenças, que ajudamos uns aos outros.
Você pode estar se sentindo assustado e sem esperança. Você pode pensar que este programa,como as outras coisas que você já tentou, não vai funcionar. Você também pode pensar que vai funcionar para outra pessoa, mas não para você, porque você sente que é diferente de nós. A maioria de nós se sentiu assim, quando veio pela primeira vez a NA. De algum modo, sabíamos que não podíamos continuar usando drogas, mas não sabíamos como parar ou como nos mantermos limpos. Todos nós estávamos com medo de abrir mão de algo que tinha se tornado tão importante para nós. É um alívio descobrir que o único requisito para ser membro de NA é odesejo de parar de usar.
A princípio, a maioria de nós estava desconfiada e com medo de tentar uma nova maneira de
agir. Só tínhamos certeza de que não estava mesmo dando certo da nossa velha maneira. E mesmo depois de ficarmos limpos, as coisas não mudaram imediatamente. Freqüentemente, até nossas atividades comuns, como dirigir ou usar o telefone, pareceram assustadoras e estranhas,como se nós nos tivéssemos tornado alguém que não reconhecíamos. É aí que o companheirismo e o apoio de outros adictos limpos realmente ajudam. Começamos então a contar com os outros para renovar um sentido de confiança de que tão desesperadamente precisamos.
Você já pode estar pensando: “Sim, mas…” ou “Se…?”. Entretanto, mesmo se você tiver
dúvidas, você pode seguir estas simples sugestões para começar: assista quantas reuniões de NA
você puder e faça uma lista de números de telefone para usar regularmente, principalmente
quando a vontade de usar drogas for forte. A tentação não se restringe aos dias e horários de
reuniões. Estamos limpos hoje porque procuramos ajuda. O que nos ajudou pode ajudar você.
Por isso, não tenha medo de ligar para outro adicto em recuperação.
A única maneira de não voltar à adicção ativa é não tomar aquela primeira droga. O mais
natural para um adicto é usar drogas. Para nos abstermos de usar substâncias químicas que
modificassem o ânimo e alterassem a mente, a maioria de nós teve que passar por drásticas
mudanças físicas, mentais, emocionais e espirituais. Os Doze Passos de NA oferecem‐nos uma
maneira de mudar. Como alguém disse: “Provavelmente você pode ficar limpo apenas
freqüentando as reuniões. Mas se você quiser manter‐se limpo e vivenciar a recuperação, você precisará praticar os Doze Passos.” Isto está além do que nós podemos fazer sozinhos. Na
Irmandade de NA, nós apoiamos uns aos outros em nossos esforços para aprender e praticar
uma nova maneira de viver, que nos mantém saudáveis e livres das drogas.
Na sua primeira reunião você encontrará pessoas com diferentes períodos de tempo limpo.
Você poderá ficar admirado como elas puderam continuar limpas por tanto tempo. Se você
continuar freqüentando reuniões de NA e se mantiver limpo, você virá a entender como
funciona. Existe um respeito e carinho entre os adictos limpos, porque todos nós tivemos que
superar a miséria da adicção. Amamos e apoiamos uns aos outros em nossa recuperação. O
programa de NA é composto por princípios espirituais que nos ajudam a continuarmos limpos.
Nada lhe será exigido, mas você receberá muitas sugestões. Esta Irmandade nos oferece oportunidade de lhe dar o que nós encontramos: uma maneira limpa de viver. Sabemos que
temos que “dar para poder mantê‐la”.
Então, bem‐vindo! Estamos contentes que você conseguiu chegar aqui, e esperamos que
decida ficar. É importante você saber que vai ouvir falar em Deus nas reuniões de NA. Nós nos
referimos a um Poder maior do que nós, que torna possível o que parece impossível. Nós
encontramos esse Poder aqui em NA, no programa, nas reuniões e nas pessoas. Este é o princípio
espiritual que tem funcionado para vivermos livres das drogas um dia de cada vez; e quando um
dia for tempo demais, então que sejam cinco minutos de cada vez. Juntos podemos fazer o que
não podíamos fazer sozinhos. Nós o convidamos a usar nossa força e nossa esperança até que
você tenha encontrado alguma em você mesmo. Chegará o momento em que você também possa
querer partilhar com alguém o que lhe foi dado livremente.
CONTINUE VOLTANDO — FUNCIONA!
Este folheto foi escrito para responder algumas das suas perguntas a respeito do Programa de Narcóticos
Anônimos. Nossa mensagem é muito simples: encontramos uma maneira de viver sem usar drogas e
Tradução de literatura aprovada pela Irmandade de NA.
Copyright © 1993 by
Narcotics Anonymous World Services, Inc.
Todos os direitos reservados.
O que é Dependência Química?
Dependência química é:
A DEPENDÊNCIA de qualquer substância psicoativa, ou seja, qualquer droga que altere o comportamento e que possa causar dependência (álcool, maconha, cocaína, crack, medicamentos para emagrecer à base de anfetaminas, calmantes indutores de dependência ou "faixa preta" etc.). A dependência se caracteriza por o indivíduo sentir que a droga é tão necessária (ou mais!) em sua vida quanto alimento, água, repouso, segurança... quando não o é!
"QUÍMICA" se refere ao fato de que o que provoca a dependência é uma substância química. O álcool, embora a maioria das pessoas o separem das drogas ilegais, é uma droga tão ou mais poderosa em causar dependência em pessoas predispostas quanto qualquer outra droga, ilegal ou não.
UMA DOENÇA:
A Organização Mundial de Saúde reconhece as dependências químicas como doenças. Uma doença é uma alteração da estrutura e funcionamento normal da pessoa, que lhe seja prejudicial. Por definição, como o diabete ou a pressão alta, a doença da dependência não é culpa do dependente; o paciente somente pode ser responsabilizado por não querer o tratamento, se for o caso. Exatamente da mesma maneira que poderíamos cobrar o diabético ou o cardíaco de não querer tomar os medicamentos prescritos ou seguir a dieta necessária. Dependência química não é simplesmente "falta de vergonha na cara" ou um problema moral.
UMA DOENÇA DE MÚLTIPLAS CAUSAS:
As dependências químicas não têm uma causa única, mas sim, são o produto de vários fatores que atuam ao mesmo tempo, sendo que, às vezes, uns são mais predominantes naquele paciente específico que outras. No entanto, sempre há mais de uma causa. Por exemplo, existe uma predisposição física e emocional para a dependência, própria do indivíduo. Vivendo como um dependente, o paciente acaba tendo uma série de problemas sociais, familiares, sexuais, profissionais, emocionais, religiosos etc., que são conseqüência e não causa de seu problema. Portanto, as causas são internas, não externas. Problemas de vida não geram dependência química.
UMA DOENÇA COM MÚLTIPLAS REPERCUSSÕES:
Como já dissemos, a dependência química gera inúmeros problemas sociais, familiares, físicos etc.
UMA DOENÇA PROGRESSIVA:
Sem tratamento adequado, as dependências químicas tendem a piorar cada vez mais com o passar do tempo.
UMA DOENÇA CRÔNICA INCURÁVEL:
O dependente químico, esteja ou não em recuperação, esteja ou não bebendo ou usando outras drogas, sempre foi e sempre será um dependente. Não existe cura para a dependência: nunca o paciente poderá beber ou usar outras drogas de maneira controlada. Como o diabete, não existe cura: sempre será diabético ou dependente.
UMA DOENÇA TRATÁVEL:
Apesar de nunca mais poder usar álcool ou outras drogas de maneira "social" ou "recreativa", da mesma maneira que um diabético nunca vai poder comer açúcar em quantidade, o dependente, se aceitar e realmente se engajar no tratamento, pode viver muito bem sem a droga e sem as conseqüências da dependência ativa. É importante notar que qualquer avanço em termos de recuperação depende de um real e sincero desejo do paciente: ninguém "trata" o dependente se ele não quiser se tratar.
UMA DOENÇA FAMILIAR:
O convívio com o dependente faz com que os familiares adoeçam emocionalmente, sendo necessário que o familiar também se trate, e, ao mesmo tempo, receba orientações a respeito de como lidar com o dependente, como lidar com seus sentimentos em relação ao dependente, o que fazer, o que não fazer, e sobre como proteger a si e aos demais membros da família de problemas emocionais causados pela doença do dependente. Muitas vezes, os familiares se assustam quando a gente fala que também eles necessitam de tratamento; ninguém quer ser chamado de doente. No entanto, todos os familiares de dependentes que encontramos durante nossa vida profissional nos relataram pelo menos alguma conseqüência ou problema relacionado à dependência de uma pessoa próxima. Do nosso ponto de vista, quanto mais tempo o dependente e o familiar levarem para admitir a real necessidade de ajuda, maior tempo sofrerão.
A DEPENDÊNCIA de qualquer substância psicoativa, ou seja, qualquer droga que altere o comportamento e que possa causar dependência (álcool, maconha, cocaína, crack, medicamentos para emagrecer à base de anfetaminas, calmantes indutores de dependência ou "faixa preta" etc.). A dependência se caracteriza por o indivíduo sentir que a droga é tão necessária (ou mais!) em sua vida quanto alimento, água, repouso, segurança... quando não o é!
"QUÍMICA" se refere ao fato de que o que provoca a dependência é uma substância química. O álcool, embora a maioria das pessoas o separem das drogas ilegais, é uma droga tão ou mais poderosa em causar dependência em pessoas predispostas quanto qualquer outra droga, ilegal ou não.
UMA DOENÇA:
A Organização Mundial de Saúde reconhece as dependências químicas como doenças. Uma doença é uma alteração da estrutura e funcionamento normal da pessoa, que lhe seja prejudicial. Por definição, como o diabete ou a pressão alta, a doença da dependência não é culpa do dependente; o paciente somente pode ser responsabilizado por não querer o tratamento, se for o caso. Exatamente da mesma maneira que poderíamos cobrar o diabético ou o cardíaco de não querer tomar os medicamentos prescritos ou seguir a dieta necessária. Dependência química não é simplesmente "falta de vergonha na cara" ou um problema moral.
UMA DOENÇA DE MÚLTIPLAS CAUSAS:
As dependências químicas não têm uma causa única, mas sim, são o produto de vários fatores que atuam ao mesmo tempo, sendo que, às vezes, uns são mais predominantes naquele paciente específico que outras. No entanto, sempre há mais de uma causa. Por exemplo, existe uma predisposição física e emocional para a dependência, própria do indivíduo. Vivendo como um dependente, o paciente acaba tendo uma série de problemas sociais, familiares, sexuais, profissionais, emocionais, religiosos etc., que são conseqüência e não causa de seu problema. Portanto, as causas são internas, não externas. Problemas de vida não geram dependência química.
UMA DOENÇA COM MÚLTIPLAS REPERCUSSÕES:
Como já dissemos, a dependência química gera inúmeros problemas sociais, familiares, físicos etc.
UMA DOENÇA PROGRESSIVA:
Sem tratamento adequado, as dependências químicas tendem a piorar cada vez mais com o passar do tempo.
UMA DOENÇA CRÔNICA INCURÁVEL:
O dependente químico, esteja ou não em recuperação, esteja ou não bebendo ou usando outras drogas, sempre foi e sempre será um dependente. Não existe cura para a dependência: nunca o paciente poderá beber ou usar outras drogas de maneira controlada. Como o diabete, não existe cura: sempre será diabético ou dependente.
UMA DOENÇA TRATÁVEL:
Apesar de nunca mais poder usar álcool ou outras drogas de maneira "social" ou "recreativa", da mesma maneira que um diabético nunca vai poder comer açúcar em quantidade, o dependente, se aceitar e realmente se engajar no tratamento, pode viver muito bem sem a droga e sem as conseqüências da dependência ativa. É importante notar que qualquer avanço em termos de recuperação depende de um real e sincero desejo do paciente: ninguém "trata" o dependente se ele não quiser se tratar.
UMA DOENÇA FAMILIAR:
O convívio com o dependente faz com que os familiares adoeçam emocionalmente, sendo necessário que o familiar também se trate, e, ao mesmo tempo, receba orientações a respeito de como lidar com o dependente, como lidar com seus sentimentos em relação ao dependente, o que fazer, o que não fazer, e sobre como proteger a si e aos demais membros da família de problemas emocionais causados pela doença do dependente. Muitas vezes, os familiares se assustam quando a gente fala que também eles necessitam de tratamento; ninguém quer ser chamado de doente. No entanto, todos os familiares de dependentes que encontramos durante nossa vida profissional nos relataram pelo menos alguma conseqüência ou problema relacionado à dependência de uma pessoa próxima. Do nosso ponto de vista, quanto mais tempo o dependente e o familiar levarem para admitir a real necessidade de ajuda, maior tempo sofrerão.
A experiência de um adicto
com aceitação, fé e compromisso
Quando vim para o programa de NA havia identificado meu problema — tinha o desejo de
parar de usar, mas não sabia como. Devido à natureza da adicção, toda minha personalidade
estava voltada para conseguir, usar e encontrar maneiras e meios de conseguir mais. Todos os
traços de minha personalidade reforçavam esta auto
‐obsessão. Totalmente egocêntrico, tentava
dirigir minha vida manipulando pessoas e situações para meu proveito. Tinha perdido todo o
controle. A obsessão forçava
‐me a usar drogas repetidas vezes, contra minha própria vontade,
sabendo que era autodestrutivo e contra o meu instinto básico de sobrevivência. Insano e me
sentindo desesperadamente desamparado, desisti de lutar e aceitei que era um adicto — que
estava totalmente incontrolável e que era impotente perante a doença. Minha força de vontade
não podia mudar meu corpo doente que compulsivamente exigia mais drogas. Meu autocontrole
não conseguia modificar minha mente adoecida, obcecada pela idéia de usar alteradores do
ânimo para fugir da realidade. Nem mesmo meus ideais mais elevados podiam mudar meu
espírito doente — dissimulado, manipulador e totalmente egoísta. Tão logo fui capaz de aceitar a
realidade da minha fraqueza, não precisei mais usar drogas. Esta aceitação de minha condição —
minha impotência perante a adicção e perda de controle sobre a minha vida era a chave para a
minha recuperação.
Em NA, com a ajuda dos adictos em recuperação, eu me abstive de usar drogas um minuto,
uma hora, um dia de cada vez. Ainda queria estar drogado. A vida sem as drogas parecia
intolerável. Parar de usar drogas me deixou ainda mais desesperado do que antes e para lidar
com estes sentimentos minha mente dizia para usar drogas novamente. A aceitação de minha
impotência e do descontrole da minha vida fizeram com que eu necessitasse de um poder mais
forte do que minha doença para mudar minha natureza autodestrutiva. As pessoas que conheci
nas reuniões diziam
‐me que tinham encontrado no programa de NA, um poder maior que sua
adicção. Essas pessoas estavam limpas há meses ou anos e nem mesmo queriam usar mais.
Diziam
‐me que eu também conseguiria perder o desejo de usar drogas vivendo o programa de
NA. Eu não tinha outra escolha senão acreditar nelas. Já havia tentado médicos, psiquiatras,
hospitais, clínicas para doentes mentais, mudanças de empregos, casamentos, divórcios; tudo
tinha falhado. Parecia não haver esperança, mas em NA eu a encontrei. Conheci adictos se
recuperando de sua doença. Comecei a acreditar que poderia aprender a viver sem as drogas.
Em NA encontrei a fé de que precisava para começar a mudar.
Nesta altura já tinha parado de usar drogas e, sem muita convicção, pensava que podia
continuar na abstinência. Ainda pensava e sentia como um adicto, apenas não usava drogas.
Minha personalidade e caráter continuavam os mesmos de sempre. Tudo em mim reforçava
minha autodestruição. Precisava mudar ou poderia voltar a usar drogas outra vez. Havia
aceitado minha condição e acreditava que poderia me recuperar. Para fazer isto, tive que me
comprometer totalmente com os princípios espirituais do programa de NA.
Com a ajuda de meu padrinho, decidi entregar minha vida e minha vontade a Deus, como eu
compreendo Deus. Esta decisão exige uma aceitação contínua, fé sempre crescente e um
compromisso diário com a recuperação. A decisão de entregar minha vida e vontade a Deus
exigia que olhasse para mim e realmente tentasse mudar minha maneira de lidar com a realidade.
Esta entrega trouxe honestidade para minha vida. É assim que o programa de NA funciona para
mim: aceito minha doença, desenvolvo a fé de que o Programa pode me mudar e me
comprometo com os princípios espirituais de recuperação.
Agora preciso agir. Se eu não mudar ficarei infeliz e voltarei a usar drogas. As ações sugeridas
pelo programa de NA podem mudar minha personalidade e caráter. Avalio minha vida com
sinceridade, escrevo o que tenho feito e como tenho me sentido. Revelo
‐me totalmente ao meu
Deus e a outro ser humano, contando todos os meus medos, raivas e ressentimentos mais
secretos. Ao fazer isso, o passado deixa de controlar minha vida e sou libertado para viver meus
ideais de hoje. Começo a me comportar de modo diferente, e estou pronto para ser transformado
por meu Deus na pessoa que Ele quer que eu seja.
Comecei a construir uma razoável auto
‐imagem, baseada na realidade, ao pedir que fossem
removidos os meus defeitos de caráter.
Ao reparar os danos que causei a outras pessoas, aprendi como perdoar a mim e aos outros.
Regularmente, revejo meu comportamento e corrijo meus erros, logo que possível.
Continuamente, estou desenvolvendo e expandindo a confiança e a fé nos princípios espirituais.
Dou aos outros, partilhando sobre mim mesmo, e sobre nosso programa, tentando viver os
princípios que aprendi.
Estes Doze Passos têm me permitido parar de usar, tirando
‐me o desejo de usar e me dando
uma nova maneira de viver.
Sou um adicto?
só você pode responder a esta pergunta.
Isto pode não ser fácil. Durante todo o tempo em que usamos drogas, quantas vezes dissemos
“eu consigo controlar”. Mesmo que isto fosse verdade no princípio, não é mais agora. As drogas
nos controlavam. Vivíamos para usar e usávamos para viver. Um adicto é simplesmente uma
pessoa cuja vida é controlada pelas drogas.
Talvez você admita que tenha problema com drogas, mas não se considere um adicto. Todos
nós temos idéias preconcebidas sobre o que é um adicto. Não há nada de vergonhoso em ser um
adicto, desde que você comece a agir positivamente. Se você pode se identificar com nossos
problemas talvez possa se identificar com a nossa solução. As perguntas que se seguem foram
escritas por adictos em recuperação em Narcóticos Anônimos. Se você tem alguma dúvida
quanto a ser ou não um adicto, dedique alguns momentos à leitura das perguntas abaixo e
responda as o mais honestamente possível.
1. Alguma vez você já usou drogas sozinho?
Sim Não
2. Alguma vez você substituiu uma droga por outra,
pensando que uma em particular era o problema? Sim Não
3. Alguma vez você manipulou ou mentiu ao médico para
obter drogas que necessitam de receita? Sim Não
4. Você já roubou drogas ou roubou para conseguir drogas? Sim Não
5. Você usa regularmente uma droga quando acorda
ou quando vai dormir? Sim Não
6. Você já usou uma droga para rebater os efeitos de outra? Sim Não
7. Você evita pessoas ou lugares que não aprovam
o seu consumo de drogas? Sim Não
8. Você já usou uma droga sem saber o que era
ou quais eram seus efeitos? Sim Não
9. Alguma vez o seu desempenho no trabalho ou na escola
foi prejudicado pelo seu consumo de drogas? Sim Não
10. Alguma vez você foi preso em conseqüência do seu uso de drogas? Sim Não
11. Alguma vez mentiu sobre o quê ou quanto você usava? Sim Não
12. Você coloca a compra de drogas à frente
das suas responsabilidades? Sim Não
13. Você já tentou parar ou controlar seu uso de drogas? Sim Não
14. Você já esteve na prisão, hospital ou centro
de reabilitação devido a seu uso? Sim Não
15. O uso de drogas interfere em seu sono ou alimentação? Sim Não
16. A idéia de ficar sem drogas o assusta? Sim Não
17. Você acha impossível viver sem drogas? Sim Não
18. Em algum momento você questionou sua sanidade? Sim Não
19. O consumo de drogas está tornando sua vida infeliz em casa? Sim Não
20. Você já pensou que não conseguiria se adequar
ou se divertir sem drogas? Sim Não
21. Você já se sentiu na defensiva, culpado ou envergonhado
por seu uso de drogas? Sim Não
22. Você pensa muito em drogas? Sim Não
23. Você já teve medos irracionais ou indefiníveis? Sim Não
24. O uso de drogas afetou seus relacionamentos sexuais? Sim Não
25. Você já tomou drogas que não eram de sua preferência? Sim Não
26. Alguma vez você usou drogas devido a dor emocional ou “stress”? Sim Não
27. Você já teve uma “overdose”? Sim Não
28. Você continua usando, apesar das conseqüências negativas? Sim Não
29. Você pensa que talvez possa ter problema com drogas? Sim Não
Sou um adicto? Esta é uma pergunta que só você pode responder. Descobrimos que todos nós
respondemos “sim” a um número diferente de perguntas. O número de respostas positivas não é
tão importante quanto aquilo que sentíamos e a maneira como a adicção tinha afetado nossas
vidas.
Algumas destas perguntas nem ao menos mencionam drogas. A adicção é uma doença
traiçoeira que afeta todas as áreas de nossas vidas, mesmo aquelas que a princípio não parecem
ter muito a ver com drogas. As diferentes drogas que usávamos não eram tão importantes
quanto os motivos pelos quais usávamos ou o que elas faziam conosco.
Quando lemos estas perguntas pela primeira vez, assustou
‐nos pensar que poderíamos ser
adictos. Alguns de nós tentaram livrar
‐se desses pensamentos dizendo:
“Ora, essas perguntas não fazem sentido.”
Ou
“Eu sou diferente. Eu sei que tomo drogas, mas não sou um adicto. O que tenho são
problemas emocionais/familiares/profissionais.”
Ou
“Eu estou apenas passando por uma fase difícil.”
Ou
“Eu serei capaz de parar quando encontrar a pessoa certa/o trabalho certo, etc.!”
Se você é um adicto, precisa primeiro admitir que tem problema com drogas antes de fazer
qualquer progresso no sentido da recuperação. Estas perguntas, quando respondidas
honestamente, podem lhe mostrar como o uso de drogas tem tornado sua vida incontrolável. A
adicção é uma doença que, sem a recuperação, termina em prisão, instituições e morte. Muitos
de nós vieram para Narcóticos Anônimos porque as drogas haviam deixado de fazer o efeito que
precisavam. A adicção leva nosso orgulho, auto
‐estima, família, entes queridos e até mesmo
nosso desejo de viver. Se você não chegou a esse ponto com sua adicção, não precisa chegar.
Descobrimos que nosso inferno particular estava dentro de nós. Se você quer ajuda, pode
encontrá
‐la na Irmandade de Narcóticos Anônimos.
“Estávamos buscando uma resposta quando estendemos a mão e encontramos Narcóticos
Anônimos. Viemos à nossa primeira reunião de NA derrotados e não sabíamos o que esperar.
Depois de assistirmos a uma ou várias reuniões, começamos a sentir que as pessoas se
interessavam e queriam nos ajudar. Embora pensássemos que nunca seríamos capazes, as
pessoas na Irmandade nos deram esperança, insistindo que poderíamos nos recuperar. Entre
outros adictos em recuperação, compreendemos que não estávamos mais sozinhos. Recuperação
é o que acontece em nossas reuniões. Nossas vidas estão em jogo. Descobrimos que, ao
colocarmos a recuperação em primeiro lugar, o programa funciona. Enfrentamos três realidades
perturbadoras:
1. Somos impotentes perante a adicção e nossas vidas estão incontroláveis;
2. Embora não sejamos responsáveis por nossa doença, somos responsáveis pela nossa
recuperação;
3. Não podemos mais culpar pessoas, lugares e coisas por nossa adicção. Devemos encarar
nossos problemas e nossos sentimentos.
A principal arma da recuperação é o adicto em recuperação.”
álcool é droga.
Informação ao público e o membro de NA
Levar a mensagem de NA tem sido uma parte na recuperação de muitos de nossos membros e
subcomitê de informação ao público nos permite fazer exatamente isso.
tem ajudado alguns de nós a descobrir e desenvolver nossas habilidades. A mensagem de
recuperação de NA pode atingir muitas pessoas com nosso apoio. Participar do subcomitê de IP
dá a você a chance de fazer uma mudança positiva na vida dos outros.
O que é informação ao público?
A função do subcomitê de IP é assegurar que uma informação clara e precisa sobre NA esteja
disponível ao público. A procura de informações sobre nossa irmandade é maior do que nunca.
Fazer parte de um subcomitê que traz o adicto que ainda sofre para dentro da irmandade é uma
gratificação que não pode ser expressada, apenas vivenciada.
Qual é a responsabilidade do membro de NA?
Nós precisamos aceitar nossa responsabilidade pelo nosso comportamento em público
quando nos identificamos como membros de NA. Isso é uma forma de informação ao público.
Cada um de nós pode ser visto como um representante de NA para aqueles que não estão
familiarizados com o nosso programa. A forma que mantemos as dependências de nossas
reuniões e atividades afeta como o público vê NA como um todo.
Outra forma de serviço de informação ao público ocorre quando são feitos pedidos para
informação e apresentação sobre NA. Quando um pedido é feito, um membro do subcomitê de
IP deve ser levado ao representante de serviços do grupo (RSG) ou ao representante da área. Nós
lidamos com pedidos dessa maneira porque cada pedido merece atenção imediata e apropriada.
Quando você recebe um pedido de IP, lembre
‐se que isso não é um pedido pessoal, mas um
pedido para Narcóticos Anônimos como um todo.
Qual a importância do anonimato?
Esse é um programa que fala de “nós”, em informação ao público a concepção que “Eu não
posso, nós podemos” é vital. Nosso fundamento espiritual de anonimato pode ser seriamente
prejudicado por membros agindo independentemente.
Nós não damos nossos sobrenomes e não aparecemos na mídia como membros de Narcóticos
Anônimos. Faz parte do nosso programa espiritual de recuperação evitarmos promoção pessoal
em favor de um estilo mais humilde de serviço. Na nossa experiência, membros que se tornam
“estrelas da mídia”, utilizando para isso sua participação em NA, correm o risco de colocarem o
fundamento espiritual de recuperação em perigo, dando ao público uma visão incorreta da
recuperação em NA.
Como os membros se envolvem?
Cada membro tem um lugar no subcomitê de informação ao público. IP dá valor e precisa das
suas informações, sugestões, avaliação e participação. Nós convidamos você abertamente a vir à
uma reunião do subcomitê de IP. Como a maioria dos subcomitês de serviços, IP sempre precisa
de mãos e mentes com boa vontade.
Como o trabalho é feito?
Grupos frequentemente se reúnem para formar um comitê de serviços da área (CSA). Serviços
de informação ao público são prestados por um subcomitê do CSA. O comitê de IP recebe
pedidos para informação de várias fontes diferentes, como indivíduos, agência e mídia.
Algumas maneiras de como prestamos informação ao público incluem:
1. Enviando os oradores a pedidos de igrejas, organizações civis, escolas ou da mídia.
2. Desenvolver e distribuir cartazes, panfletos e outros anúncios que informem ao público
sobre como nos contatar.
3. Reuniões de aprendizagem e oficinas.
4. Enviando listas de endereços de reuniões, cartas informativas e panfletos para pessoas que
possam entrar em contato com adictos.
5. Cooperando com o subcomitê de Hospitais e Instituições (H&I) em projetos
complementares.
6. Em locais onde não existe uma linha telefônica ou um escritório de subcomitês, um
subcomitê de IP pode ser responsável pela operação da linha de ajuda.
Para envolver
‐se em qualquer uma dessas atividades fale com o RSG ou alguém do seu
subcomitê de IP local. “Nós não podemos manter o que temos se não partilharmos”. O
subcomitê de informação ao público nos permite fazer exatamente isso.
Álcool, Drogas e Carnaval
Com a proximidade do Carnaval, o Conselho Municipal de Políticas Sobre Drogas (COMAD), refaz o alerta sobre o uso indevido e abuso de álcool e outras drogas neste período. Movidos por uma comoção social, além de um apelo cultural de que “carnaval tudo pode, tudo acontece”, ressalta-se a problemática de que muitos jovens iniciam o uso de substâncias psicoativas neste período do ano.
Em especial o álcool, inalantes e drogas sintéticas, são escolhidos para apimentar a diversão. Mas para tanto se faz o seguinte alerta :
• Os inalantes (lança perfume, cola de sapateiro, cheirinho de loló, entre outras), são drogas que causam dependência e diversos prejuízos a saúde, podendo resultar na destruição de neurônios, provocando perda de reflexos, dificuldade de concentração, déficit de memória e até mesmo morte súbita.
• As drogas sintéticas (Ecstasy, LSD entre outras), atingem o sistema nervoso central, fazendo com que órgãos como coração, rins e fígado sejam sobrecarregados. Os efeitos são incontroláveis e imprevisíveis. Não é possível determinar quanto e quais serão os efeitos, nem tão pouco sua duração total, isso faz com que o risco de morte possa ser eminente.
• E os efeitos do uso abusivo do álcool não irão trazer diversão, pelo contrário, pode causar acidentes de trânsito, violência, além de prejuízos físicos.
Cada organismo corresponde de uma forma específica ao uso de qualquer substância psicoativa, e não é possível determinar quem ficará dependente ou não. “o único controle que qualquer pessoa tem sobre a droga é o de não experimentá-la.”
Portanto, o alerta é de que não se arrisque. Brinque o carnaval de forma saudável, sem drogas ou bebidas, pois a alegria deve ser de explorar as emoções e não de anestesiá-las.
Bom Carnaval a Todos!
Nova droga? A última “tendência” entre jovens americanos é fumar e cheirar doces amassados
O comportamento está virando uma verdadeira ‘modinha’ causando preocupação em especialistas.
A última “tendência” entre jovens e adolescentes americanos é o chamado Smoking Smarties. A prática refere-se ao hábito de amassar alguns tipos de doces para então cheirá-los ou fumá-los. Especialistas americanos em novas drogas estão preocupados e planejam uma ação para conscientizar os pais. Segundo pesquisas de órgãos oficiais, o Smoking Smarties está se espalhando rapidamente.
O alvo principal são os estudantes do ensino médio que estão usando balas e doces como o Smarties (uma marca bastante famosa, com vários produtos de bomboniere) e Pixy Stix (uma espécie de canudo com chocolate em pó). Outra prática que está crescendo é o hábito de usar o Kool Aid (um tipo de pó para refresco) para inalação.
Segundo Carol Williams, coordenadora do projeto Shelby Country Drug Free Coalition Project Safe Place Programs of Family Connection, as crianças estão literalmente inalando açúcar. Apesar de não agir como narcótico, ele está sendo inalado em grandes quantidades o que pode ocasionar uma série de doenças.
Os fabricantes dos produtos estão inquietos com este hábito. Através de consultoria com médicos, informaram em nota que este comportamento pode provocar infecções nos seios da face e do sistema respiratório superior, uma vez que a poeira de açúcar em pó está entrando diretamente nas cavidades nasais. Este, no entanto, não é o que os pedagogos mais temem. O hábito de “brincar” de cheirar e fumar pode levar os jovens a buscarem drogas de verdade, atrás de novas experimentações.
Carol Williams comenta que conheceu a prática há 3 anos quando um estudante perguntou se fumar Smarties fazia mal. De lá pra cá cresceu muito o número de pessoas que estão praticando este ato deplorável, com vídeos espalhados em centenas de sites pela internet, alguns contém tutoriais ensinando passo a passo como triturar, enrolar e fumar.
Em nota oficial a Smarties Candy Company condenou a prática, através do vice-presidente da companhia, Eric H. Ostrow. Segundo ele, os pais precisam ficar mais atentos sobre o comportamento de seus filhos, dando orientações sobre os efeitos nocivos de drogas e substâncias viciantes.
Por que jovens estão pingando vodka nos olhos?
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